sábado, 26 de dezembro de 2009

Tigresa Sai Mae cuida de porquinhos na Tailandia!!!


Pode parecer uma imagem estranha, mas para Sai Mai, essa tigresa de seis anos, o contato com os porquinhos ocorre naturalmente, porque o zoológico de Sriracha, nas proximidades de Bangkok, Tailândia, desenvolve um programa de relacionamentos entre as mais diferentes espécies. Sai Mai, por exemplo, foi amamentada por uma porca até os quatro meses de idade!
A tarefa de Sai Mai é cuidar dos animais como se eles fossem seus próprios filhotes. E ela tem feito isso com vários grupos, desde que eles completam dois anos de idade.
"Os porquinhos são retirados da mãe deles e colocados em contato com a tigresa. Logo eles já pensam que Sai Mai é a mãe deles e começam a procurar por leite, explica o treinador do zoológico, Samit Krajangpoh.
Sai Mai come três quilos de frango todos os dias. Às vezes, ela parece perder a paciência com os filhotes adotivos. Mas, de maneira geral, a tigresa e os porquinhos parecem se dar bem.
A "mamãe" tigre, por exemplo, está acostumada com os porquinhos porque foi amamentada por uma porca até os quatro meses de idade.
O parque apresenta shows com os animais interagindo e, por este motivo, vestem os filhotes de porco com "roupinhas" de tigre.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Gigafoto!!!


É uma nova tecnologia com a qual voce consegue tirar fotos capaz de ser ampliada várias vezes.Veja matéria no Olhar Digital e depois confira algumas amostras no site Gigapan

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Tire a roupa dessas mulheres!!!

CLICA NA IMAGEM PARA INICIAR...
PASSE O MOUSE SOBRE A IMAGEM QUE SE ABRIRÁ!!!


sábado, 5 de dezembro de 2009

Momento cultural - A origem da pinga


Antigamente, no Brasil, para se ter melado, os escravos colocavam o caldo da cana-de-açúcar em um tacho e levavam ao fogo. Não podiam parar de mexer até que uma consistência cremosa surgisse. Porém um dia, cansados de tanto mexer e com serviços ainda por terminar, os escravos simplesmente pararam e o melado desandou.

- O que fazer agora?
A saída que encontraram foi guardar o melado longe das vistas do feitor.
No dia seguinte, encontraram o melado azedo fermentado.
Não pensaram duas vezes e misturaram o tal melado azedo com o novo e levaram os dois ao fogo.
Resultado: o 'azedo' do melado antigo era álcool que aos poucos foi evaporando e formou no teto do engenho umas goteiras que pingavam constantemente.
Era a cachaça já formada que pingava. Daí o nome 'PINGA'.

Quando a pinga batia nas suas costas marcadas com as chibatadas dos feitores ardia muito, por isso deram o nome de 'ÁGUA-ARDENTE' .

Quando um deles, por acidente tomou a pinga, viu que o gosto era bom e continuou tomando. Logo, os escravos perceberam que, com a tal goteira, ficavam alegres e com vontade de dançar.

E sempre que queriam ficar alegres repetiam o processo.

História contada no Museu do Homem do Nordeste.
Não basta somente beber, tem que conhecer.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Bangladesh - (Parece que eu ja vi isso)


Bangladesh - 14h51 - Passageiros viajam em cima de um trem que vai de Dhaka para Jamalpur. Milhares de moradores voltam para casa para comemorarem amanhã o feriado de Eid al-Adha. A data é comemorada por muçulmanos com o sacrifício de ovelhas, cabras, vacas e camelos, e marca o desejo de Abraão de sacrificar o próprio filho por ordem divina.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

A modernidade pelo mundo...

ESTRADA PARIS-BARCELONA



ESTACIONAMENTO DA VOLKSWAGEN, ALEMANHA




PONTO DE ÔNIBUS COM AR CONDICIONADO - DUBAI



APARELHO CELULAR COM HANDS FREE - SALVADOR - BAHIA


Origem, algumas duvidosas, de alguns ditados e expressões populares:

JURO DE PÉS JUNTOS:
A expressão surgiu através das torturas executadas pela Santa Inquisição, as quais o acusado de heresias tinha as mãos e os pés amarrados (juntos) - "como se estivesse sendo torturado"
E era torturado pra dizer nada além da verdade. Até hoje o termo é usado pra expressar a veracidade de algo que uma pessoa diz.

MOTORISTA BARBEIRO:
No século XIX, os barbeiros faziam não somente os serviços de corte de cabelo e barba, mas também, tiravam dentes, cortavam calos, etc, e por não serem profissionais, seus "serviços mal feitos" geravam marcas. A partir daí, desde o século XV, todo serviço mal feito era atribuído ao barbeiro, pela expr essão "coisa de barbeiro". Esse termo veio de Portugal, contudo a associação de "motorista barbeiro", ou seja, um mau motorista, é tipicamente brasileira.

TIRAR O CAVALO DA CHUVA:

- Pode ir tirando seu caval(inho) da chuva porque não vou deixar você sair hoje! "vai demorar..."

No século XIX, quando uma visita iria ser breve, ela deixava o cavalo ao relento em frente à Casa do anfitrião e se fosse demorar, colocava o cavalo nos fundos da Casa, em um lugar protegido da chuva e do Sol. Contudo, o convidado só poderia pôr o animal protegido da chuva se o anfitrião percebesse que a visita estava boa e dissesse: "pode tirar o cavalo da chuva". Depois disso, a expressão passou a significar a desistência de alguma coisa.

À BEÇA:

- O mesmo que abundantemente, com fartura, de maneira copiosa. A origem do dito é atribuída às qualidades de argumentador do jurista alagoano Gumercindo "Bessa", advogado dos acreanos que não queriam que o Território do Acre fosse incorporado ao Estado do Amazonas. (muita gente escrevia errado - "á bessa", por causa disso)

DAR COM OS BURROS N'ÁGUA:

A expressão surgiu no período do Brasil colonial, onde tropeiros que escoavam a produção de ouro, cacau e café, precisavam ir da região Sul à Sudeste sobre burros e mulas. O fato era que muitas vezes esses burros, devido à falta de estradas adequadas, passavam por caminhos muito difíceis e regiões alagadas, onde os burros morriam afogados. Daí em diante o termo passou a ser usado pra se referir a alguém que faz um Grande esforço pra conseguir algum feito e não consegue ter sucesso naquilo.

GUARDAR A SETE CHAVES:

No século XIII, os reis de Portugal adotavam um sistema de arquivamento de jóias e documentos importantes DA corte através de um baú que possuía quatro fechaduras, sendo que cada chave era distribuída a um alto funcionário do reino. "bem guardado"
Portanto eram apenas quatro chaves. O número sete passou a ser utilizado devido ao valor místico atribuído a ele, desde a época das religiões primitivas. A partir daí começou-se a utilizar o termo "guardar a sete chaves" pra designar algo muito bem guardado.

OK:

A expressão inglesa "OK" (okay), que é mundialmente conhecida pra significar algo que está tudo bem, teve sua origem na Guerra DA Secessão, no EUA. Durante a guerra, quando OS soldados voltavam p ras bases sem nenhuma morte entre a tropa, escreviam numa placa "0 Killed" (nenhum morto), expressando sua Grande satisfação, daí surgiu o termo "OK". Essa então tem várias versões.

ONDE JUDAS PERDEU AS BOTAS:

Existe uma história não comprovada, de que após trair Jesus, Judas enforcou-se em uma árvore sem nada nos pés, já que havia posto o dinheiro que ganhou por entregar Jesus d entro de suas botas. Quando os soldados viram que Judas estava sem as botas, saíram em busca delas e do dinheiro da traição. Nunca ninguém ficou sabendo se acharam as botas de Judas. A partir daí surgiu à expressão, usada pra designar um "lugar distante", desconhecido e inacessível.

PENSANDO NA MORTE DA BEZERRA:

A história mais aceitável pra explicar a origem do termo é proveniente das tradições hebraicas, onde os bezerros eram sacrificados pra Deus como forma de redenção de pecados. Um filho do rei Absalão tinha Grande apego a uma bezerra que foi sacrificada. Assim, após o animal morrer, ele ficou se lamentando e pensando na morte da bezerra. Após alguns meses o garoto morreu. "pensar demais, até morrer"

PRA INGLÊS VER:

A expressão surgiu por Volta de 1830, quando a Inglaterra exigiu que o Brasil aprovasse leis que impedissem o tráfico de escravos. No entanto, todos sabiam que essas leis não seriam cumpridas, assim, essas leis eram criadas apenas "pra inglês ver". Daí surgiu o termo. Esta também tem varias origens.

RASGAR SEDA:

A expressão que é utilizada quando alguém elogia grandemente outra pessoa, surgiu através da peça de teatro do teatrólogo Luís Carlos Martins Pena. Na peça, um vendedor de tecidos USA o pretexto de sua profissão pra cortejar uma moça e começa a elogiar exageradamente sua beleza, até que a moça percebe a intenção do rapaz e diz: "Não rasgue a seda, que se esfiapa" - está forçando demais.

O PIOR CEGO É O QUE NÃO QUER VER:

Em 1647, em Nimes, na França, na universidade local, o doutor Vicent de Paul D`Argent fez o primeiro transplante de córnea em um aldeão de nome Angel. Foi um sucesso da medicina da época, menos pra Angel, que assim que passou a enxergar ficou horrorizado com o mundo que via. Disse que o mundo que ele imagina era muito melhor. Pediu ao cirurgião que arrancasse seus olhos. O caso foi acabar no tribunal de Paris e no Vaticano. Angel ganhou a causa e entrou pra história como o cego que não quis ver.

ANDAR À TOA:

Toa é a corda com que um a embarcação reboca a outra. Um navio que está à toa é o que não tem leme nem rumo, indo pra onde o navio que o reboca determinar. Não confundir com "à-toa".

QUEM NÃO TEM CÃO CAÇA COM GATO:

Na verdade, a expressão, com o passar dos anos, se adulterou. Inicialmente se dizia "quem não tem cão caça como gato", ou seja, se esgueirando, astutamente, traiçoeiramente, como fazem os gatos.

DA PÁ VIRADA:

A origem deste ditado é em relação ao instrumento, a pá. Quando a pá está virada pra baixo, voltada pro solo, está inútil, abandonada decorrentemente pelo Homem vagabundo, irresponsável, parasita.

NHENHENHÉM:

Nheë, em tupi, quer dizer falar falar. Quando os portugueses chegaram ao Brasil, os indígenas não entendiam aquela falação estranha e diziam que os portugueses ficavam a dizer "nhen-nhen-nhen". Hoje, se atualizado seria blá blá blá blá blá blá.

VAI TOMAR BANHO:

Em "Casa Grande & Senzala", Gilberto Freyre analisa os hábitos de higiene dos índios versus os do colonizador português. Depois das Cruzadas, como corolário dos contatos comerciais, o europeu se contagiou de sífilis e de outras doenças transmissíveis e desenvolveu medo ao banho e horror à nudez, o que muito agradava à Igreja. Ora, o índio não conhecia a sífilis e se lavava da cabeça aos pés nos banhos de rio, além de usar folhas de árvore pra limpar os bebês e lavar no rio as redes nas quais dormiam.
Ora, o cheiro exalado pelo corpo dos portugueses, abafado em roupas que não eram trocadas com freqüência e raramente lavadas, aliado à falta de banho, causava repugnância aos índios . Então os índios, quando estavam fartos de receber ordens dos portugueses, mandavam que fossem "tomar banho".

A DAR COM O PAU:

O substantivo "pau" figura em várias expressões brasileiras. Esta expressão teve origem nos navios negreiros. Os negros capturados "preferiam morrer" durante a travessia e, pra isso, deixavam de comer. Então, criou-se o "pau de comer" que era atravessado na boca dos escravos e os marinheiros jogavam sopa e angu goela abaixo pro estômago dos infelizes, "a dar com o pau" na boca. E, o que era muito comum e muito recorrente. O povo incorporou a expressão.

ELES QUE SÃO BRANCOS QUE SE ENTENDAM:

Esta foi das primeiras punições impostas aos racistas, ainda no século XVIII. Um mulato, capitão de regimento, teve uma discussão com um de seus comandados e queixou-se a seu superior, um oficial português. O capitão reivindicava a punição do soldado que o desrespeitara . Como resposta, ouviu do português a seguinte frase: "Vocês que são pardos, que se entendam". O oficial ficou indignado e recorreu à instância superior, na pessoa de dom Luís de Vasconcelos (1742-1807), 12° vice-rei do Brasil. Ao tomar conhecimento dos fatos, dom Luís mandou prender o oficial português que estranhou a atitude do vice-rei. Mas, dom Luís se explicou: Nós somos brancos, cá nos entendemos.

CORRER RISCO DE VIDA (!)

Parece absurdo. Na verdade, hoje muito censurado e modificado para "correr risco de morte" - pois perdeu-se a origem e com a tendência de simplificação da língua de cortar terminações, letras e até palavras e locuções inteiras, a expressão "correr risco de perder a vida", mutilou-se para "correr risco de vida", o que ficou meio sem sentido, gerando hoje a preferencial "correr risco de morte".

LINDO DE MORRER (!)

Semelhante a anteriror, perdeu-se sua origem, que na verdade, por extenso seria "tão lindo de se ver e morrer de alegria", da mesma forma que anterior se mutilou fortemente virando "lindo de morrer", o que muita gente não entende, por isto preferem falar hoje em dia "lindo de viver".