domingo, 28 de dezembro de 2008

Site de Busca animado


Google perdeu longe em criatividade! acesse o site de busca Ms. Dewey e faça sua busca com uma morena que interage com você, o site é um pouco pesado e demora um pouco para carregar, mas vale a pena esperar e acessar para conhecer. após abrir o site digite sua busca e clique em search ...após fazer suas pesquisas digite lá: thyroid she sweats clothing e veja a reação da moça

DOWNLOAD

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

sábado, 6 de dezembro de 2008

sábado, 22 de novembro de 2008

Uma foto de 17 Gigapixels

Experimente ver essa foto com 17 Gigapixel
Clique tambem em View hd View SL e View hd View, ou clique nos pontinhos vermelhos para ver detalhes.Funciona como o Google Earth.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

A história dos números arábicos

Os números como os conhecemos hoje são Algarismos Arábicos, e foram trazidos da Índia para o Ocidente e por isto também são chamados indo-arábicos.
Foram criados por Abu Abdullah Muhammad Ibn Musa al-Khwarizmi (778 (?) - 846).
Al-Khwarizmi nasceu na região central da Ásia, onde hoje está localizado o Uzbequistão. Posteriormente emigrou para Bagdá, onde trabalhou na “Casa da Sabedoria” como matemático durante a era áurea da ciência islâmica.
Foram introduzidos na Europa por Fibonacci, matemático e mercador italiano, que escreveu no seu livro Liber abaci os conhecimentos que adquiriu no Oriente.
Logo se popularizou pela facilidade de se calcular valores, em comparação com os Algarismos Romanos, que em cálculos maiores, desprendiam uma verdadeira ginástica mental para se elaborar o cálculo.
Os algarismos indo-arábicos não foram adotados em Portugal nem na península ibérica de imediato, mas com o tempo e as facilidades apresentadas, foram adotados em toda a Europa.
Hoje é usada uma versão pouco modificada destes algarismos na maioria dos países do mundo.
Teoricamente pode-se supor que cada algarismo continha originalmente exatamente a quantidade de ângulos cujo número se desejava representar.
Assim o algarismo "1" era representado por dois traços que se uniam num vórtice superior (como um "V" invertido), o "2" como um "Z", o "3" como um sigma (Σ) invertido, o "4" quase exatamente como é hoje.
Em outras palavras, os números arábicos um, dois, três e quatro foram baseados em traços que formam ângulos, assim:
a) O número um tem um ângulo,
b) O número dois tem dois ângulos aditivos,
c) O número três tem três ângulos aditivos,
d) O número quatro tem quatro ângulos aditivos.
Teoricamente, devido à escrita cursiva, o número quatro teria sido modificado e fechado, facilitando a sua caligrafia e futura tipografia, tornando-o diferente, por exemplo, do símbolo da cruz.
Já o número zero, era representado por um circulo, indicando a ausência de ângulos.
O quadro abaixo ilustra a idéia de ângulos e o fechamento da cruz, originando o número 4, como o conhecemos hoje.




O quadro a seguir ilustra todos os números conhecidos e seus respectivos ângulos.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Teste seu vocabulario

Voce gosta de testes.Experimente este e veja como está o seu.

Teste seu vocabulario

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

domingo, 2 de novembro de 2008

Origem de alguns ditados populares

JURAR DE PÉS JUNTOS:
- Mãe, eu juro de pés juntos que não fui eu.
A expressão surgiu através das torturas executadas pela Santa Inquisição, as quais o acusado de heresias tinha as mãos e os pés amarrados (juntos) e era torturado para dizer nada além da verdade. Até hoje o termo é usado para expressar a veracidade de algo que uma pessoa diz.
MOTORISTA BARBEIRO:
- Nossa, que cara mais barbeiro!
No século XIX, os barbeiros faziam não somente os serviços de corte de cabelo e barba, mas também, tiravam dentes, cortavam calos, etc, e por não serem profissionais, seus serviços mal feitos geravam marcas. A partir daí, desde o século XV, todo serviço mal feito era atribuído ao barbeiro, pela expressão "coisa de barbeiro". Esse termo veio de Portugal, contudo a associação de "motorista barbeiro", ou seja, um mau motorista, é tipicamente brasileira.
TIRAR O CAVALO DA CHUVA:
- Pode ir tirando seu cavalinho da chuva porque não vou deixar você sair hoje!
No século XIX, quando uma visita iria ser breve, ela deixava o cavalo ao relento em frente à casa do anfitrião e se fosse demorar, colocava o cavalo nos fundos da casa, em um lugar protegido da chuva e do sol. Contudo, o convidado só poderia por o animal protegido da chuva se o anfitrião percebesse que a visita estava boa e dissesse: "pode tirar o cavalo da chuva". Depois disso, a expressão passou a significar a desistência de alguma coisa.
À BEÇA:
- O mesmo que abundantemente, com fartura, de maneira copiosa. A origem do dito é atribuída às qualidades de argumentador do jurista alagoano Gumercindo Bessa, advogado dos acreanos que não queriam que o Território do Acre fosse incorporado ao Estado do Amazonas.
DAR COM OS BURROS N'ÁGUA:
A expressão surgiu no período do Brasil colonial, onde tropeiros que escoavam a produção de ouro, cacau e café, precisavam ir da região Sul à Sudeste sobre burros e mulas. O fato era que muitas vezes esses burros, devido à falta de estradas adequadas, passavam por caminhos muito difíceis e regiões alagadas, onde os burros morriam afogados. Daí em diante o termo passou a ser usado para se referir a alguém que faz um grande esforço para conseguir algum feito e não consegue ter sucesso naquilo.
GUARDAR A SETE CHAVES:
No século XIII, os reis de Portugal adotavam um sistema de arquivamento de jóias e documentos importantes da corte através de um baú que possuía quatro fechaduras, sendo que cada chave era distribuída a um alto funcionário do reino.
Portanto eram apenas quatro chaves. O número sete passou a ser utilizado devido ao valor místico atribuído a ele, desde a época das religiões primitivas. A partir daí começou-se a utilizar o termo "guardar a sete chaves" para designar algo muito bem guardado.
ONDE JUDAS PERDEU AS BOTAS:
Existe uma história não comprovada, de que após trair Jesus, Judas enforcou-se em uma árvore sem nada nos pés, já que havia posto o dinheiro que ganhou por entregar Jesus dentro de suas botas. Quando os soldados viram que Judas estava sem as botas, saíram em busca delas e do dinheiro da traição. Nunca ninguém ficou sabendo se acharam as botas de Judas. A partir daí surgiu à expressão, usada para designar um lugar distante, desconhecido e inacessível.
PENSANDO NA MORTE DA BEZERRA:
A história mais aceitável para explicar a origem do termo é proveniente das tradições hebraicas, onde os bezerros eram sacrificados para Deus como forma de redenção de pecados.
Um filho do rei Absalão tinha grande apego a uma bezerra que foi sacrificada. Assim, após o animal morrer, ele ficou se lamentando e pensando na morte da bezerra. Após alguns meses o garoto morreu.
PARA INGLÊS VER:
A expressão surgiu por volta de 1830, quando a Inglaterra exigiu que o Brasil aprovasse leis que impedissem o tráfico de escravos. No entanto, todos sabiam que essas leis não seriam cumpridas, assim, essas leis eram criadas apenas "para inglês ver". Daí surgiu o termo.
RASGAR SEDA:
A expressão que é utilizada quando alguém elogia grandemente outra pessoa, surgiu através da peça de teatro do teatrólogo Luís Carlos Martins Pena. Na peça, um vendedor de tecidos usa o pretexto de sua profissão para cortejar uma moça e começa a elogiar exageradamente sua beleza, até que a moça percebe a intenção do rapaz e diz: "Não rasgue a seda, que se esfiapa."
O PIOR CEGO É O QUE NÃO QUER VER:
Em 1647, em Nimes, na França, na universidade local, o doutor Vicent de Paul D`Argenrt fez o primeiro transplante de córnea em um aldeão de nome Angel.
Foi um sucesso da medicina da época, menos para Angel, que assim que passou a enxergar ficou horrorizado com o mundo que via. Disse que o mundo que ele imagina era muito melhor. Pediu ao cirurgião que arrancasse seus olhos. O caso foi acabar no tribunal de Paris e no Vaticano. Angel ganhou a causa e entrou para a história como o cego que não quis ver.
ANDA À TOA:
Toa é a corda com que uma embarcação reboca a outra. Um navio que está à toa é o que não tem leme nem rumo, indo para onde o navio que o reboca determinar.
QUEM NÃO TEM CÃO CAÇA COM GATO:
Na verdade, a expressão, com o passar dos anos, se adulterou. Inicialmente se dizia quem não tem cão caça como gato, ou seja, se Esgueirando, astutamente, traiçoeiramente, como fazem os gatos.
DA PÁ VIRADA:
Mas a origem da palavra é em relação ao instrumento, a pá. Quando a pá está virada para baixo, voltada para o solo, está inútil, abandonada decorrentemente pelo homem vagabundo, irresponsável, parasita.
NHENHENHÉM:
Nheë, em tupi, quer dizer falar. Quando os portugueses chegaram ao Brasil, eles não entendiam aquela falação estranha e diziam que os portugueses ficavam a dizer ``nhen-nhen-nhen``.
VAI TOMAR BANHO:
Em "Casa Grande & Senzala", Gilberto Freyre analisa os hábitos de higiene dos índios versus os do colonizador português. Depois das Cruzadas, como corolário dos contatos comerciais, o europeu se contagiou de sífilis e de outras doenças transmissíveis e desenvolveu medo ao banho e horror à nudez, o que muito agradou à Igreja. Ora, o índio não conhecia a sífilis e se lavava da cabeça aos pés nos banhos de rio, além de usar folhas de árvore para limpar os bebês e lavar no rio as redes nas quais dormiam. Ora, o cheiro exalado pelo corpo dos portugueses, abafado em roupas que não eram
trocadas com freqüência e raramente lavadas, aliado à falta de banho, causava repugnância aos índios. Então os índios, quando estavam fartos de receber ordens dos portugueses, mandavam que fossem "tomar banho".
ELES QUE SÃO BRANCOS QUE SE ENTENDAM:
Esta foi das primeiras punições impostas aos racistas, ainda no século XVIII. Um mulato, capitão de regimento, teve uma discussão com um de seus comandados e queixou-se a seu superior, um oficial português. O capitão reivindicava a punição do soldado que o desrespeitara. Como resposta, ouviu do português a seguinte frase: "Vocês que são pardos, que se entendam". O oficial ficou indignado e recorreu à instância superior, na pessoa de dom Luís de Vasconcelos (1742-1807), 12° vice-rei do Brasil. Ao tomar conhecimento dos fatos, dom Luís mandou prender o oficial português que estranhou a atitude do vice-rei. Mas, dom Luís se explicou: Nós somos brancos, cá nos entendemos.
DAR COM O PAU:
O substantivo "pau" figura em várias expressões brasileiras. Esta expressão teve origem nos navios negreiros. Os negros capturados preferiam morrer durante a travessia e, para isso, deixavam de comer. Então, criou-se o "pau de comer" que era atravessado na boca dos escravos e os marinheiros jogavam sapa e angu para o estômago dos infelizes, a dar com o pau. O povo incorporou a expressão.
ÁGUA MOLE EM PEDRA DURA, TANTO BATE ATÉ QUE FURA:
Um de seus primeiros registros literário foi feito pelo escritor latino Ovídio (43 a.C.-18 d.C), autor de célebres livros como A arte de amar e Metamorfoses, que foi exilado sem que soubesse o motivo. Escreveu o poeta:
"A água mole cava a pedra dura". É tradição das culturas dos países em que a escrita não é muito difundida formar rimas nesse tipo de frase para que sua memorização seja facilitada. Foi o que fizeram com o provérbio portugueses e brasileiros.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Prolixo!!!

Quer dizer : Jogar no lixo?

Não!!!!!

Quer dizer que a pessoa está dando uma explicação confusa ou imprecisa sobre algum fato.

O pulo do gato!!!


Pra quem sempre teve curiosidade de saber de onde surgiu essa expressão.

Dentre os felinos o único que salta para trás é o gato. Ele e o tigre são primos. O tigre tinha a maior gana de comer o gato, mas não sabia saltar de nenhuma maneira. Pediu ao gato que lhe ensinasse. O gato ensinou-lhe todos os tipos de saltos. Pra frente, pro lado, enviesado, dar cambalhota no mesmo lugar, etc. O tigre aprendeu tudo direitinho e treinou bastante sempre visando comer o gato.
Um certo dia o gato estava distraído e o tigre pensou é hoje que ele vai pro papo. Se aproximou pela frente pra não ter escapatória. Na hora que deu o salto fatal o gato deu uma cambalhota para trás e escapou das garras do tigre. O tigre então reclamou: pô esse tu não me ensinaste...! E o gato respondeu: se tivesse te ensinado nessa hora eu estaria morto.
Daí surgiu então o fato que ninguém ensina o pulo do gato.

sábado, 18 de outubro de 2008

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Uma viagem ao Passado (Apresentação em Power Point)



Clique aqui ou na imagem acima e veja esta apresentação feita com o Microsoft Power Point. Aguarde alguns instantes enquanto as imagens são carregadas, ou, se preferir, salve-a em seu computador.

Para ver essa apresentação é necessário ter instalado o programa Microsoft PowerPoint, que está no pacote Microsoft Office, ou o programa Visualizador do PowerPoint (para download gratuito clique aqui).

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

domingo, 20 de julho de 2008

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Curiosidade Inutil...

Se toda a população da China passasse à nossa frente em fila, essa fila não teria fim devido à taxa de reprodução dos Chineses.

domingo, 29 de junho de 2008

Dez coisas que talvez não saiba sobre a Terra


Novas tecnologias, estudos mais aprofundados permitem aos cientistas brindar-nos com novas curiosidades relacionadas ao planeta em que vivemos. Pode parecer bobagem saber que determinado fenômeno irá acontecer daqui a 10 mil anos, mas o que resulta extremamente interessante é saber que tal fenômeno existe.


1. A gravidade não é uniforme:

Ainda que os cientistas desconheçam o motivo, o verdadeiro é que a força gravitacional varia à medida que nos deslocamos pelo planeta, de maneira que nosso peso não é objetivamente o mesmo no Brasil e em Portugal, por exemplo.

Crê-se que as causas podem estar relacionadas às profundas estruturas subterrâneas e ter alguma relação com a aparência da Terra num passado longínquo. Atualmente, dois satélites gêmeos do programa GRACE escrutam meticulosamente o planeta para elaborar um mapa gravitacional mais detalhado.


2. A atmosfera foge:

Algumas moléculas situadas no limite da atmosfera terrestre incrementam sua velocidade até o limite que lhes permite escapar da força gravitacional do planeta. O resultado é uma lenta, mas constante fuga do conteúdo de nossa atmosfera para o espaço exterior.

Devido a seu menor peso atômico, os átomos soltos de hidrogênio atingem sua velocidade de escape com mais facilidade e sua saída para o espaço é a mais freqüente. Felizmente para a vida em nosso planeta, o abundante oxigênio preserva a maior parte do hidrogênio bloqueando-o em moléculas de água e o campo magnético da Terra protege o planeta da fuga de íons.

3. A rotação não é constante:

A velocidade com que a Terra gira sobre seu próprio eixo não é constante, senão que sofre pequenas alterações que fazem variar a duração de nossos dias. Mediante a sincronização de diferentes radiotelescópios desde diferentes latitudes, e graças aos modernos sistemas de GPS, os cientistas conseguiram medir com precisão estas pequenas variações na velocidade de rotação e constataram que a maior delas se produz entre os meses de janeiro e fevereiro, quando os dias são mais longos por uns poucos milésimos de segundo.

Esta variação deve-se à interação gravitacional da Terra e a Lua, mas também pela forte atividade da atmosfera no hemisfério norte e a fenômenos meteorológicos como "El Niño". Por pôr um exemplo, alguns experientes acham que a tsunami da Indonésia reduziu a duração do dia em 2,68 milionésimos de segundo.


4. Os cintos de Van Allen:

Ao redor da Terra existem zonas de alta radiação – uma interior e outra exterior - denominadas cinturões de Van Allen (em honra ao seu descobridor) e situadas a uma altura de 3.000 e 22.000 km sobre o equador. Estes cinturões são formados por partículas de alta energia, sobretudo prótons e elétrons, cuja origem esteja provavelmente nas interações do vento solar e dos raios cósmicos com os átomos constituintes da atmosfera. A potência da radiação é tal que os cinturões são evitados pelas missões espaciais tripuladas, dado que poderiam aumentar o risco de câncer dos astronautas e prejudicar gravemente os dispositivos eletrônicos.

Em 1962, os cinturões de Van Allen foram alterados pelos testes nucleares dos EUA no espaço o que provocou que vários satélites ficassem de imediato fora de serviço.


5. A Terra e a Lua distanciam-se:

Desde há vários milhões de anos que a Lua está se afastando da Terra a um ritmo lento, mas constante. Os cientistas calculam que a taxa de afastamento é de uns 3,8 centímetros ao ano, o que em longo prazo chegará a levar a Lua até uma distância crítica.

No entanto, os astrônomos acham que dentro de 5 bilhões de anos, quando o Sol se converterá numa gigante e vermelha atmosfera em expansão, provocará que o processo se reverta. A Lua voltará a aproximar-se da Terra e acabará por se desintegrar ao superar o denominado limite de Roche (18.470 quilômetros sobre nosso planeta) explodindo em mil pedaços e formando um espetacular anel, como o de Saturno, ao redor da Terra.


6. Marés na atmosfera:

Ainda que o efeito seja quase inapreciável, uma variação de parcos 100 microbares, os cientistas comprovaram mediante detalhadas medições estatísticas que a força da Lua não só desloca os mares e a terra senão também a massa de ar que rodeia nosso planeta.

Ainda que o movimento seja tão pequeno que mal supõe 0,01 por cento da pressão normal na superfície, o dado revela que o poder gravitacional da Lua é capaz de mudar muita coisa.


7. Um estranho "bamboleio":


O denominado "bamboleio de Chandler" é o único movimento da Terra para o qual ainda não existe uma explicação convincente. Descoberto em 1891 pelo astrônomo Seth Carlo Chandler, trata-se de uma variação irregular no eixo de rotação da Terra que provoca um deslocamento circular entre 3 e 15 metros ao ano nos pólos terrestres. Sobre este movimento foram lançadas todo tipo de teorias, inclusive que causa o movimento das placas tectônicas, terremotos e erupções. Ou ainda que detona fenômenos como "El Niño" ou o aquecimento global.

Em julho do ano 2000, uma equipe de cientistas estadunidenses anunciou que a causa do bamboleio estava nas flutuações de pressões no fundo do oceano. Segundo esta teoria, este movimento no fundo dos mares mudaria a pressão exercida sobre a superfície terrestre, e provocaria o estranho bamboleio dos pólos. Suas teorias ficaram no ar após que entre janeiro e fevereiro de 2006 laboratórios de todo mundo comprovassem que o movimento tinha cessado por completo, numa anomalia que ainda não souberam explicar.


8. A Terra é um grande circuito elétrico:

Perfeitamente localizados a ambos lados do equador, a Terra dispõe de oito circuitos fechados de corrente elétrica que permitem a troca de carga entre a atmosfera e a superfície através de fluxos verticais. Em condições de bom tempo, os cientistas observaram um fluxo de carga positivo que se move desde a atmosfera para a Terra por causa da carga negativa de nosso planeta.

Depois de anos de observação do comportamento das tormentas e as variações na ionosfera, a hipótese preferida hoje pelos cientistas é que este fluxo descendente de corrente positiva é contrária aos elétrons que são tranferidos à Terra durante as tormentas. Mesmo assim, ainda falta uma explicação plausível com relação a forma em que as variações na ionosfera afetam à formação de tormentas.


9. Toneladas de material cósmico caem a cada ano da atmosfera:

Segundo dados do space.com, a quantidade de pó cósmico que cai a cada ano na Terra supera as 30 mil toneladas. A maior parte deste material procede do cinturão de asteróides situado entre Marte e Júpiter.
Os fragmentos provem dos constantes choques entre asteróides e são arrastados para o interior do sistema solar. Uma boa quantidade deles estão entrando permanentemente em nossa atmosfera.


10. Os pólos magnéticos da Terra mudam constantemente de lugar:

O campo magnético da Terra varia no curso de eras geológicas, é o que se denomina variação secular. Durante os últimos cinco milhões de anos efetuaram-se mais de vinte mudanças e a mais recente foi há 700 mil anos.

Outras inversões ocorreram há aproximadamente 870 e 950 mil anos. Não se pode predizer quando ocorrerá a seguinte inversão porque a seqüência não é regular. Certas medições recentes mostram uma redução de 5% na intensidade do campo magnético nos últimos 100 anos. Mantido este ritmo, os campos voltaram a se inverter dentro de uns 2 mil anos.

ILUSIONISMO!!!

Veja este link.Tente descobrir o macete.Meu filho de 14 anos, levou menos de 2 minutos para descobrir a pegadinha; ao passo que este burro que vos fala, ficou meia hora e não descobriu.Se voce não descobrir não se aborreça.Chame seu filho.Sempre tem alguem mais inteligente que a gente.

terça-feira, 17 de junho de 2008

Curiosidade!!!

Relogio feito á mão.

Clique aqui

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Curiosidade!!!

Nariz e orelhas nunca param de crescer

O tecido cartilaginoso, que forma o nariz e as orelhas, não deixa de crescer nem mesmo quando o indivíduo torna-se adulto. Daí porque o nariz e as orelhas de um idoso são maiores do que quando era jovem. A face também encolhe porque os músculos da mastigação se atrofiam com a perda dos dentes.

terça-feira, 13 de maio de 2008

Origem do nome de alguns países Sul-americanos

Argentina - Seus descobridores encontraram lá muita prata, que em latim se chama argentum - uma das riquezas do solo, inspirou o nome do país.
Bolívia - Homenageia Simon Bolívar - herói sul-americano responsável pela independência de vários países inclusive a Bolívia.
Brasil - Nome da árvore que era abundante na região. Produto extremamente lucrativo do qual se extraia um corante vermelho-brasa, daí o nome.
Chile - A palavra clilli, na língua de uma tribo chamada aimarás significa - "onde acaba a terra" por sua localização era considerada final do continente.
Colômbia - Homenageia o italiano Cristóvão Colombo descobridor do continente americano em 1492.
Equador - Alusão à linha imaginária que corta o país, o Equador.
Guiana e Guiana Francesa - Palavra indígena guyana que significa "terra de muitas águas".
Paraguai - Os índios que viviam nesta região eram os payaguaes, que viviam às margens do rio que tinha o mesmo nome da tribo.
Peru - Na língua inca quíchua, a palavra peru significa "terra de riquezas e esperanças". Outra versão aponta uma adaptação do nome de um importante cacique inca - Birú.
Suriname - Derivação da palavra surinen, nome da tribo que habitava originalmente a região.
Uruguai - O nome faz referência a um dos principais rios do continente, o Uruguai, que em tupi significa "rio dos pássaros", ou "rio dos caracóis".
Venezuela - Foi o navegador italiano Américo Vespúcio quem batizou a região de Venezuela - pequena Veneza - por associar a imagem das casas dos índios construídas em palafitas sobre as águas do lago Maracaibo, às casas de Veneza.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Vale a Pena Trabalhar no Google!!!

Angel Jiménez de Luis, que é o editor do Gadgetoblog, visitou recentemente os escritórios do Google em Zurich na Suíça e regressou com uma série de fotos que fazem inveja a qualquer um.


O tobogã liga a área de escritórios do primeiro piso com a cafetaria e o ginásio. Para descer para comer não tem que esperar pelo elevador. Aos recém-chegados a praxe é que eles desçam pelo tobogan para apresentár-se. Também é necessário usar um ridículo sombrero colorido durante algumas horas.


A cafetaria serve o café da manhã, almoço e jantar preparados por cozinheiros contratados exclusivamente para o edifício. Há comida para vegetarianos, dois pratos principais, un buffet de saladas e toda a comida se faz com ingredientes regionais.

As crianças são bem-vindas e não é estranho que os “Googlers” vão trabalhar acompanhados dos filhos.


A boa comida grátis e os lanchinhos entre refeições sempre fazem ganhar uns quilinhos aos recém-chegados que não estão habituados a tantas e deliciosas iguarias. O ginásio do piso térreo é o lugar para queimar as calorias a mais. Por acaso, também é grátis.

A sala de massagem é quase um santuário. As cadeiras que massageiam são gratuitas, mas as massagens dadas pelo massagista são pagas, mas como o Google subisidia a maior parte, elas são muito baratas. Em certas cabines marcadas existem bonus de massagens grátis diariamente.


Em cada piso há, pelo menos, 2 áreas de descanso com comida e bebida – por acaso, grátis. Refrescos, sumos e café, muito café, mas também cereais, chocolates, gelados, batatas fritas, fruta e uma ampla seleção de snacks saudáveis.



Cada um administra o seu tempo e os seu trabalho como quer. Não há horários e nas pausas pode-se jogar jogos interativos ou bilhar, por exemplo. Os prazos de entrega, esses sim, têm que ser cumpridos,logicamente.


Esta barra, semelhante às dos quarteis de bombeiros, liga o segundo piso à sala de jogos. Não tem que esperar pelo elevador para se divertir uns minutos.


O espaço de trabalho é pequeno, mas as salas de reunião são muito amplas e temáticas. Esta cabina é de um teleférico verdadeiro e está situada num piso decorado com fotos e objetos que lembram uma estância de esqui nos Alpes


A esta altura deve estar a perguntar se na Google se trabalha mesmo. Esta é uma área de escritórios convencional. Os postos de trabalho são livremente escolhidos e não é raro que os “Googlers” mudem de local de trabalho frequentemente.


O serviço técnico está numa área do edifício decorada com ambiente hawaiano. Aqui se pode vir buscar um cabo ou arranjar um portátil..


As áreas de trabalho são sempre abertas. Para ter privacidade durante uma chamada tem que “fechar-se” numa das muitas cabinas espalhadas pelo edifício.


O salão da água é uma área de paz e relaxamento que existe no edifício. Há cadeiras de massagem e a iluminação é mínima. É o lugar ideal para dormir uma sesta ou descansar antes de uma reunião.


Por isso, é proibido usar o telemovel ou o computador portátil. A única atividade possível, além de descansar, é observar os peixes tropicais que estão nos aquários de parede.


As salas de reuniões do edifício têm nomes tirados de séries de televisão e de filmes famosos. Estes iglus estão na área da Guerra das Estrelas e são autênticos refúgios que foram utilizados em missões científicas na Antártida.


O Google é mais do que uma empresa. Os trabalhadores juntam-se na sede regularmente para atividades conjuntas e festas e não é raro encontrar grupos para praticamente qualquer atividade ou esporte, desde ciclismo até ao esqui alpino. Além dos famosos 20% do tempo de trabalho que cada um pode usar em proveito pessoal há 10% de tempo livre absoluto.


Os trabalhadores passam apenas um período de tempo na sua mesa de trabalho. È normal trabalharem com o seu notebook nas zonas de descanso, em pequenos grupos. Isso favorece a criatividade e a sociabilidade.


A biblioteca é uma das salas mais surpreendentes do edifício e a que melhores vistas tem. Uma área de descanso com uma imensa cozinha e uma chaminé ‘virtual’. Todo o mobiliário é reciclado ou vem de lojas em segunda mão.


E é assim que se trabalha no Google Suiça, precisamente em Zurique. Assim quem é que não teria vontade de ir trabalhar e produzir a sério? Isto é que é motivação e respeito por quem trabalha. Talvez o nosso governo e os patrões portugueses pudessem olhar para este exemplo com bons olhos de ver, pois por cá é considerado um bom chefe quem é burro e ignorante e de preferência que grite bastante sempre sem respeito por quem realmente produz a sério!!